sábado, 16 de novembro de 2013

Compromise...

Eu sei que numa relação devemos ceder, devemos aceitar que a outra pessoa tem a sua vida e as suas coisinhas favoritas para fazer. Sei isso tudo. Mas também sei que quando estamos numa relação devemos fazer o nosso melhor para encaixar a outra pessoa nas nossas vidas e nas nossas coisinhas. Sei que por mais que tentemos nem tudo agrada à outra parte, nem tudo nos agrada a nós e, por isso, temos de conseguir chegar a um ponto óptimo que nos permita fazer o que mais gostamos incluindo a outra pessoa. Certo?

O J. tem uma cena que ele adora fazer que é pescar. Não vejo qualquer tipo de problema nisso, nem fico chateada quando ele decide ir pescar de um dia para o outro. Fico triste. É isso que sinto... tristeza. Porque quando ele vai, eu não vou. É estúpido eu sei, mas a verdade é que essas aventuras acontecem sempre ao fim de semana e será que é assim tão errado eu querer conseguir passar um dia com ele em vez de passar só noites durante a semana?

Isto só me faz pensar que se calhar estou naquela posição ingrata em que simplesmente gosto mais que ele, que quero mais que ele, que é tudo mais que ele. Sempre soube que numa relação há sempre alguém que gosta mais... Só nunca estive nessa posição.

Por outro lado não queria que isto nos afastasse mas sinto que não posso confiar ou sequer assumir que o vou ter para fazer coisinhas ao fim de semana porque claramente que não é isso que tem acontecido. E, o pior, é mesmo o facto de já ter estado numa relação assim... Uma relação em que quando eu estava livre ele estava ocupado a fazer o seu hobby, aka voleibol. Nessa altura eu conclui que não fazia qualquer tipo de sentido eu ficar à espera dele e comecei a viver a minha vida não em função dele e dos momentos que ele tinha para estar comigo mas em função da minha vida e dos momentos que nós poderiamos ter livres ao mesmo tempo. A verdade é que isto nos afastou. A verdade é que isto me cansou. A verdade é que nos saturou aos dois. A verdade é que no momento em que eu disse i'll do me and you'll do you as coisas começaram a quebrar. Eu já não estava disponível. Ele já não podia contar comigo. Contudo, ele nunca esteve disponivel para mim.

Acho muito bonito a cena do "se não quiseres eu não vou". Bem, acho isso simplesmente detestável. Porque quando eu não quero ir ou opto por não ir não faço questão de puxar ou assunto. Decido por mim. Bem, se calhar o plano é fazer a mesma merda. "Olha vou jantar com o R. ficavas chateado se eu fosse?" Depois se ele tem a coragem de dizer que sim eu só posso dizer ya... o teu hobby é a pesca, o meu é ser social e apoiar os meus amigos. Hasta. Enfim, imagino onde é que isso me iria levar... E o que me irrita é que automaticamente decidi não fazer isso... Mas se calhar é isso que tem de mudar. A minha vida tem de continuar.

Again, a vida podia ser um sitio mais simples mas para isto efectivamente não vejo solução. Não encontrei solução para isto em 5 anos e acho que vou continuar sem encontrar. Só me resta mesmo o "i'll do me and you'll do you." Embora saiba que isso não resulta...

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Good news!

A minha depressão intensa estava apenas relacionada com o meu TPM intenso! :)

sábado, 9 de novembro de 2013

GOD...!

why do i feel like crying every 5 minutes? Makes no sense... nop. Zero.................

pussy...! as in medrosa, não a outra coisa...

Aquilo que tenho mais medo é de cometer os mesmos erros que cometi em relações passadas. Bem, que cometi na relação com o A., as outras foram passageiras e com pessoas por quem não senti um terço daquilo que senti pelo A....

Com o J. voltei a sentir a vontade de querer fazê-lo feliz sempre! Nem sei como descrever... Não vou dizer que me sinto depende ou que deixo de ser eu para ser sempre tudo como ele quer. Não é isso. Prescindo de merdas? Sim, prescindo. Ás xs faço coisas que não sinto tanta vontade de fazer para o deixar feliz? Sim.

Aquilo que me apoquenta mesmo é o seguinte: e se eu deixar de fazer as minhas merdas para estar com ele ou whatever e depois correr tudo mal?

Agora assim de repente percebi que só estou com medo de arriscar e de acreditar nesta relação... Bah...


Olááááá... TPM!

Não tenho recordação de alguma vez ter tido um tpm tão forte como o que estou a sentir agora ou de me sentir tão deprimida como me sinto agora...

Sinto vontade de simplesmente chorar até amanhã e ficar na caminha em posição fetal e esperar que a minha mood melhore, eventualmente.

Enfim, vou só ali cortar os pulsos e já volto ok?

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Fuck me. I'm in love.

Foi há tanto tempo... E mesmo assim sinto que nunca me senti assim. Sinto que é completamente diferente, sinto que é muito mais intenso, sinto que é perfeito e que todas as estrelas estão alinhadas. Sinto que faz sentido, sinto que há futuro, sinto que há vontade de ter um futuro.

Não sei se é por ter outra idade, outra experiência de vida, outra abertura... Não sei, só sei que sinto que tudo pode acontecer. Que me sinto preparada para que tudo aconteça. E, acima de tudo, que quero que tudo aconteça.

Quando digo tudo, digo mesmo tudo. Bem, bebés continua fora da equação... Mas dar aquele passo de viver com alguém, alguém de quem gosto e por quem me sinto profundamente apaixonada e super confortável... Sim, sinto-me preparada para isso e sinto que faz sentido. Não sei se amanhã sentirei o mesmo ou não mas agora sinto.

A questão é: será cedo de mais? Será que estou a sonhar demais? Umas vezes sinto que sim porque, novamente, continuo sem deter uma bola de cristal e não faço puto de ideia do que se passa na cabeça dele nem sei sequer se aquilo que eu sinto é amor ou só mesmo conforto, paz e amor? Damn it. I just said it right? Amor.

Enfim, devo levar as coisas com calma e tranquilidade mas a verdade é que odeio estar longe dele, odeio chegar a casa e não o ver, odeio não dormir com ele, odeio ter saudades dele, odeio tudo quando não estou com ele. Será que isso já faz de mim dependente? Bem, não sei, continuo a fazer as minhas coisas só quero é que ele faça parte delas.

Juro que nunca pensei que este dia chegasse, acreditei mesmo que ia morrer rodeada de 50 gatos (o que ainda não está fora da equação porque, then again, nunca se sabe o que poderá acontecer amanhã não é?). Mas, só o facto de agora não equacionar esse desfecho e de acreditar que posso ser feliz com alguém ao meu lado parece-me absolutamente surreal.

Enfim, Fuck me. I'm in love. Surpreendentemente in love.