quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Terra Nova

Adoro séries. Sou viciada em séries.
Agora tenho visto a nova série do Steven Spielberg, “Terra Nova”. A título de curiosidade, o primeiro episódio custou 20 milhões de dólares e devo dizer que é qualquer coisa de outro mundo!
A história desta série é muito simples: o ser humano destruiu o planeta terra e encontrou-se um buraco no tempo e conseguimos voltar cerca de 5milhões de anos atrás, ou seja, back to jurassic park! Pronto, este buraco permite escolher quais as pessoas que vão regressar atrás no tempo e iniciar uma nova vida, no mesmo planeta, mas noutro tempo e antes da poluição.
Esta série fascina-me por diversos motivos:
1º é de ficção cientifica;
2ª mantém todos os trillers e dramas de uma boa serie policial;
3ª faz-nos sonhar.
Este terceiro ponto é o que mais adoro! Fazer-nos sonhar com novas possibilidades, imaginar outros tempos, outros mundos, outros espaços… Deixa-me em extâse! Talvez porque crescemos sempre com a ideia de que o mundo é isto, de que a vida tem um rumo e que tudo tem o seu tempo! Mas, este tipo de séries deixa-me sonhar à vontade. Deixa-me imaginar coisas fora da caixa!
Nunca percebi muito bem porque é que a vida tem de ser tão linear, ou seja, porque é que nascemos para andar e falar e depois assim que conseguimos fazer estas duas coisas minimamente bem vamos estudar, tirar um curso e depois passar mais de 40 anos a trabalhar todos os dias, no mesmo sítio, as mesmas horas, a fazer as mesmas coisas… não sei… para mim isto é tudo muito boring e desprovido de sentido. Aliás, a visão do filme o Estranho caso de Benjamim Button é como eu acho que a vida devia ser… enquanto somos velhos estudamos e trabalhamos e quando somos novos vivemos, viajamos, conhecemos pessoas novas e interessantes!
Enfim, incomoda-me que a vida seja só isto… embora a vida seja aquilo que fazemos dela. Mas fico super feliz quando existe algo que me permite imaginar um mundo completamente diferente! Thanks Steve.

Coisas bizarras

No outro dia, vinha eu muito feliz e contentinha no comboio, quando começo a ouvir uma rapariga a falar ao telemóvel com uma amiga. Não, não sou cusca e não fiz de propósito para ouvir… mais ou menos, podia ter metido os phones ou assim… enfim, não interessa!

Bem, a conversa despertou o meu interesse porque ela estava a falar com a maior calma do mundo acerca do facto de ter descoberto que o ex namorado já tinha uma nova paixão e que ela, sozinha, conseguiu obter o contacto dessa nova paixão e confrontou-a e fez-lhe todo o tipo de questões, desde a forma como ela conheceu o seu ex namorado e até onde já tinham ido. Isto tudo porque ela era a ex-namorada e tinha o DIREITO de saber tudo. Ou seja, para ela isto era completamente normal e, aliás, até correu super bem porque a outra rapariga lhe contou tudinho e foi super simpática.

Fiquei perturbada. Mas, fiquei ainda mais perturbada, quando ela começou a contar à amiga que o ex-namorado ficou todo chateado por ela ter feito isto. Na cabeça dela o anormal era ele ficar chateado. Não era o facto de ela ter agido como uma stawker e ter ido falar com a outra miúda. Não. Era mesmo ele ter ficado chateado. Porque ele não tinha o direito de ficar chateado, mesmo sendo ex-namorado e ela não ter nada a ver com aquilo que ele faz ou deixa de fazer.

Enfim, só me questiono se isto é normal ou se sou eu que serei anormal por considerar que isto é demasiado bizarro para ser verdade?

Leggings

Não há nada que odeie mais do que ver miúdas com leggings a fazer de calças. Incomoda-me. Não entendo. Parece que fica tudo fora do sitio.

Leggings não são calças. Leggings são quase collants mas um pouco mais grossos. Leggings são para ser usadas com camisolas um pouco mais cumpridas ou só vemos apenas muito wiggle, wiggle, wiggle.

Não gosto.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Pontos de vista

Ontem fui cafezar com uma amiga que acabou de iniciar o seu processo de divórcio e, sendo eu  Advogada, decidi que não havia melhor pessoa para lhe dar alguns conselhos e ajudá-la em tudo o que fosse preciso.
No entanto, a verdade é que não sabia o motivo para ela se querer divorciar… E, assim a título de desabafo, acabou por me dizer que, durante o tempo que estiveram no Algarve, ele a traiu.
Eles são casados há 3 anos e têm uma bebé com um ano. Ele deixou-a e ela continua à espera que ele regresse.
Perguntei-lhe, muito sinceramente, se essa espera fazia sentido. Ela disse-me que sim, não só porque ele era, na opinião dela, o homem da vida dela mas também por causa da filha que ambos têm. E, acima de tudo, porque o casamento é para a vida. Não é igual a um namoro em que podemos simplesmente desistir porque houve uma traição… É um casamento, um compromisso que ambos aceitaram naquele dia especial.
Compreendo. Eu também seria das primeiras pessoas a dizer esquece esse gajo! Não é de todo o homem da tua vida ou não te trairia. Mas, realmente, quando ela me disse que o casamento era mais sério, que já não eram crianças, que todos os problemas se resolvem a conversar, até me fez algum sentido.
Não sei se algum dia pensarei assim como ela, para mim uma traição é imperdoável. É o mesmo que me dizer, mas da pior forma possível, que não é feliz comigo e que teve de procurar um pouco de felicidade, amor e atenção noutra pessoa. Não me faz sequer sentido querer continuar com alguém que nos magoou desta forma e que provavelmente o vai voltar a fazer. Não há forma de confiar numa pessoa assim. Não há forma de voltar a ser feliz. Só mesmo vivendo uma mentira e tentar fingir que nunca aconteceu.
Enfim, imperdoável.

First day...!

Não sei muito bem o que é suposto escrever no primeiro post de um blog... Pensei em escrever algo sobre mim mas, acho que quem quer que seja que perca 5 minutos do seu dia a ler o meu blog terá muito tempo para me conhecer e saber o que se passa ao meu redor.

Por isso, vou apenas dizer:

Olá!