Ás vezes dou por mim a pensar que a minha mãe sofre muito. Isto de estar a partilhar casa com o meu namorado nem sempre são rosas... Estou em Maputo, ganho bem, a empregada recebe em média 70€. Não sabem fazer muito mas o pouco que fazem já ajuda muito.
Cá em casa a empregada ainda só vem duas manhãs por semana, ou seja, chego a casa e tenho de arrumar todas as merdinhas que Sua Excelência deixa espalhadas.
Alguma vez na minha vida concebi que iria ter de andar a meter no lixo pacotes de iogurte vazios que a o gajo mete no lava loiças?! Mas alguém mete sequer os pacotes vazios no lava loiças?! É que ao ver a única coisa que me ocorreu foi que o caixote do lixo se calhar não estava ao lado do lava loiças mas sim a 300 kilometros de distância. E que diz hoje diz TODOS OS DIAS.
Portanto, tenho a dizer que acredito piamente que uma empregada diária é sinónimo de um relacionamento saudável! Ou isso ou vou começar a enfiar-lhe os pacotes vazios num sitio que eu cá sei.
pipa's lounge
domingo, 15 de dezembro de 2013
dramas de uma vida em comum...
As coisas com o J. têm estado óptimas e já praticamente vivemos juntos... Isto para não dizer que efectivamente vivemos juntos... Enfim...
Há algumas coisas sobre a vida em casal para as quais eu não estava preparada. Primeiro sempre disse que ia ser altamente dificil viver com alguém porque não estou habituada a partilhar o meu espaço. Não estava e não foi dificil. Choque. Parece que quando se gosta mesmo de alguém as coisas fluem mesmo naturalmente. Choque.
O meu maior problema tem sido o meu intestino grosso. Meu Deus! Nunca pensei que me seria tão dificil habituar a uma casa de banho que não é a minha mas que na realidade é... O pior mesmo é pensar que estou a perder o encanto porque estou a exercer uma das minhas funções corporais básicas! We eat, we poop.
Contudo, tem sido uma luta surreal!!! Acho mesmo que a culpa disto é da Disney. Sempre tive a ideia que as mulheres são seres perfeitos e blá, blá, blá... E Deus nos livre sequer conceber que uma mulherdá um peido liberta um gás...!
Enfim, hoje tive a minha primeira vitória... Espero que a primeira de muitas e que eventualmente me habitue ao facto de que não sou uma boneca, nem uma barbie, nem um desenho animado e que tenho funções corporais absolutamente normais e... respeitáveis?! Ou isso, ou o meu intestino vai rebentar e depois aí sim, não vai ser bonito de se ver.......
Há algumas coisas sobre a vida em casal para as quais eu não estava preparada. Primeiro sempre disse que ia ser altamente dificil viver com alguém porque não estou habituada a partilhar o meu espaço. Não estava e não foi dificil. Choque. Parece que quando se gosta mesmo de alguém as coisas fluem mesmo naturalmente. Choque.
O meu maior problema tem sido o meu intestino grosso. Meu Deus! Nunca pensei que me seria tão dificil habituar a uma casa de banho que não é a minha mas que na realidade é... O pior mesmo é pensar que estou a perder o encanto porque estou a exercer uma das minhas funções corporais básicas! We eat, we poop.
Contudo, tem sido uma luta surreal!!! Acho mesmo que a culpa disto é da Disney. Sempre tive a ideia que as mulheres são seres perfeitos e blá, blá, blá... E Deus nos livre sequer conceber que uma mulher
Enfim, hoje tive a minha primeira vitória... Espero que a primeira de muitas e que eventualmente me habitue ao facto de que não sou uma boneca, nem uma barbie, nem um desenho animado e que tenho funções corporais absolutamente normais e... respeitáveis?! Ou isso, ou o meu intestino vai rebentar e depois aí sim, não vai ser bonito de se ver.......
sábado, 16 de novembro de 2013
Compromise...
Eu sei que numa relação devemos ceder, devemos aceitar que a outra pessoa tem a sua vida e as suas coisinhas favoritas para fazer. Sei isso tudo. Mas também sei que quando estamos numa relação devemos fazer o nosso melhor para encaixar a outra pessoa nas nossas vidas e nas nossas coisinhas. Sei que por mais que tentemos nem tudo agrada à outra parte, nem tudo nos agrada a nós e, por isso, temos de conseguir chegar a um ponto óptimo que nos permita fazer o que mais gostamos incluindo a outra pessoa. Certo?
O J. tem uma cena que ele adora fazer que é pescar. Não vejo qualquer tipo de problema nisso, nem fico chateada quando ele decide ir pescar de um dia para o outro. Fico triste. É isso que sinto... tristeza. Porque quando ele vai, eu não vou. É estúpido eu sei, mas a verdade é que essas aventuras acontecem sempre ao fim de semana e será que é assim tão errado eu querer conseguir passar um dia com ele em vez de passar só noites durante a semana?
Isto só me faz pensar que se calhar estou naquela posição ingrata em que simplesmente gosto mais que ele, que quero mais que ele, que é tudo mais que ele. Sempre soube que numa relação há sempre alguém que gosta mais... Só nunca estive nessa posição.
Por outro lado não queria que isto nos afastasse mas sinto que não posso confiar ou sequer assumir que o vou ter para fazer coisinhas ao fim de semana porque claramente que não é isso que tem acontecido. E, o pior, é mesmo o facto de já ter estado numa relação assim... Uma relação em que quando eu estava livre ele estava ocupado a fazer o seu hobby, aka voleibol. Nessa altura eu conclui que não fazia qualquer tipo de sentido eu ficar à espera dele e comecei a viver a minha vida não em função dele e dos momentos que ele tinha para estar comigo mas em função da minha vida e dos momentos que nós poderiamos ter livres ao mesmo tempo. A verdade é que isto nos afastou. A verdade é que isto me cansou. A verdade é que nos saturou aos dois. A verdade é que no momento em que eu disse i'll do me and you'll do you as coisas começaram a quebrar. Eu já não estava disponível. Ele já não podia contar comigo. Contudo, ele nunca esteve disponivel para mim.
Acho muito bonito a cena do "se não quiseres eu não vou". Bem, acho isso simplesmente detestável. Porque quando eu não quero ir ou opto por não ir não faço questão de puxar ou assunto. Decido por mim. Bem, se calhar o plano é fazer a mesma merda. "Olha vou jantar com o R. ficavas chateado se eu fosse?" Depois se ele tem a coragem de dizer que sim eu só posso dizer ya... o teu hobby é a pesca, o meu é ser social e apoiar os meus amigos. Hasta. Enfim, imagino onde é que isso me iria levar... E o que me irrita é que automaticamente decidi não fazer isso... Mas se calhar é isso que tem de mudar. A minha vida tem de continuar.
Again, a vida podia ser um sitio mais simples mas para isto efectivamente não vejo solução. Não encontrei solução para isto em 5 anos e acho que vou continuar sem encontrar. Só me resta mesmo o "i'll do me and you'll do you." Embora saiba que isso não resulta...
O J. tem uma cena que ele adora fazer que é pescar. Não vejo qualquer tipo de problema nisso, nem fico chateada quando ele decide ir pescar de um dia para o outro. Fico triste. É isso que sinto... tristeza. Porque quando ele vai, eu não vou. É estúpido eu sei, mas a verdade é que essas aventuras acontecem sempre ao fim de semana e será que é assim tão errado eu querer conseguir passar um dia com ele em vez de passar só noites durante a semana?
Isto só me faz pensar que se calhar estou naquela posição ingrata em que simplesmente gosto mais que ele, que quero mais que ele, que é tudo mais que ele. Sempre soube que numa relação há sempre alguém que gosta mais... Só nunca estive nessa posição.
Por outro lado não queria que isto nos afastasse mas sinto que não posso confiar ou sequer assumir que o vou ter para fazer coisinhas ao fim de semana porque claramente que não é isso que tem acontecido. E, o pior, é mesmo o facto de já ter estado numa relação assim... Uma relação em que quando eu estava livre ele estava ocupado a fazer o seu hobby, aka voleibol. Nessa altura eu conclui que não fazia qualquer tipo de sentido eu ficar à espera dele e comecei a viver a minha vida não em função dele e dos momentos que ele tinha para estar comigo mas em função da minha vida e dos momentos que nós poderiamos ter livres ao mesmo tempo. A verdade é que isto nos afastou. A verdade é que isto me cansou. A verdade é que nos saturou aos dois. A verdade é que no momento em que eu disse i'll do me and you'll do you as coisas começaram a quebrar. Eu já não estava disponível. Ele já não podia contar comigo. Contudo, ele nunca esteve disponivel para mim.
Acho muito bonito a cena do "se não quiseres eu não vou". Bem, acho isso simplesmente detestável. Porque quando eu não quero ir ou opto por não ir não faço questão de puxar ou assunto. Decido por mim. Bem, se calhar o plano é fazer a mesma merda. "Olha vou jantar com o R. ficavas chateado se eu fosse?" Depois se ele tem a coragem de dizer que sim eu só posso dizer ya... o teu hobby é a pesca, o meu é ser social e apoiar os meus amigos. Hasta. Enfim, imagino onde é que isso me iria levar... E o que me irrita é que automaticamente decidi não fazer isso... Mas se calhar é isso que tem de mudar. A minha vida tem de continuar.
Again, a vida podia ser um sitio mais simples mas para isto efectivamente não vejo solução. Não encontrei solução para isto em 5 anos e acho que vou continuar sem encontrar. Só me resta mesmo o "i'll do me and you'll do you." Embora saiba que isso não resulta...
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
sábado, 9 de novembro de 2013
pussy...! as in medrosa, não a outra coisa...
Aquilo que tenho mais medo é de cometer os mesmos erros que cometi em relações passadas. Bem, que cometi na relação com o A., as outras foram passageiras e com pessoas por quem não senti um terço daquilo que senti pelo A....
Com o J. voltei a sentir a vontade de querer fazê-lo feliz sempre! Nem sei como descrever... Não vou dizer que me sinto depende ou que deixo de ser eu para ser sempre tudo como ele quer. Não é isso. Prescindo de merdas? Sim, prescindo. Ás xs faço coisas que não sinto tanta vontade de fazer para o deixar feliz? Sim.
Aquilo que me apoquenta mesmo é o seguinte: e se eu deixar de fazer as minhas merdas para estar com ele ou whatever e depois correr tudo mal?
Agora assim de repente percebi que só estou com medo de arriscar e de acreditar nesta relação... Bah...
Com o J. voltei a sentir a vontade de querer fazê-lo feliz sempre! Nem sei como descrever... Não vou dizer que me sinto depende ou que deixo de ser eu para ser sempre tudo como ele quer. Não é isso. Prescindo de merdas? Sim, prescindo. Ás xs faço coisas que não sinto tanta vontade de fazer para o deixar feliz? Sim.
Aquilo que me apoquenta mesmo é o seguinte: e se eu deixar de fazer as minhas merdas para estar com ele ou whatever e depois correr tudo mal?
Agora assim de repente percebi que só estou com medo de arriscar e de acreditar nesta relação... Bah...
Olááááá... TPM!
Não tenho recordação de alguma vez ter tido um tpm tão forte como o que estou a sentir agora ou de me sentir tão deprimida como me sinto agora...
Sinto vontade de simplesmente chorar até amanhã e ficar na caminha em posição fetal e esperar que a minha mood melhore, eventualmente.
Enfim, vou só ali cortar os pulsos e já volto ok?
Sinto vontade de simplesmente chorar até amanhã e ficar na caminha em posição fetal e esperar que a minha mood melhore, eventualmente.
Enfim, vou só ali cortar os pulsos e já volto ok?
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Fuck me. I'm in love.
Foi há tanto tempo... E mesmo assim sinto que nunca me senti assim. Sinto que é completamente diferente, sinto que é muito mais intenso, sinto que é perfeito e que todas as estrelas estão alinhadas. Sinto que faz sentido, sinto que há futuro, sinto que há vontade de ter um futuro.
Não sei se é por ter outra idade, outra experiência de vida, outra abertura... Não sei, só sei que sinto que tudo pode acontecer. Que me sinto preparada para que tudo aconteça. E, acima de tudo, que quero que tudo aconteça.
Quando digo tudo, digo mesmo tudo. Bem, bebés continua fora da equação... Mas dar aquele passo de viver com alguém, alguém de quem gosto e por quem me sinto profundamente apaixonada e super confortável... Sim, sinto-me preparada para isso e sinto que faz sentido. Não sei se amanhã sentirei o mesmo ou não mas agora sinto.
A questão é: será cedo de mais? Será que estou a sonhar demais? Umas vezes sinto que sim porque, novamente, continuo sem deter uma bola de cristal e não faço puto de ideia do que se passa na cabeça dele nem sei sequer se aquilo que eu sinto é amor ou só mesmo conforto, paz e amor? Damn it. I just said it right? Amor.
Enfim, devo levar as coisas com calma e tranquilidade mas a verdade é que odeio estar longe dele, odeio chegar a casa e não o ver, odeio não dormir com ele, odeio ter saudades dele, odeio tudo quando não estou com ele. Será que isso já faz de mim dependente? Bem, não sei, continuo a fazer as minhas coisas só quero é que ele faça parte delas.
Juro que nunca pensei que este dia chegasse, acreditei mesmo que ia morrer rodeada de 50 gatos (o que ainda não está fora da equação porque, then again, nunca se sabe o que poderá acontecer amanhã não é?). Mas, só o facto de agora não equacionar esse desfecho e de acreditar que posso ser feliz com alguém ao meu lado parece-me absolutamente surreal.
Enfim, Fuck me. I'm in love. Surpreendentemente in love.
Não sei se é por ter outra idade, outra experiência de vida, outra abertura... Não sei, só sei que sinto que tudo pode acontecer. Que me sinto preparada para que tudo aconteça. E, acima de tudo, que quero que tudo aconteça.
Quando digo tudo, digo mesmo tudo. Bem, bebés continua fora da equação... Mas dar aquele passo de viver com alguém, alguém de quem gosto e por quem me sinto profundamente apaixonada e super confortável... Sim, sinto-me preparada para isso e sinto que faz sentido. Não sei se amanhã sentirei o mesmo ou não mas agora sinto.
A questão é: será cedo de mais? Será que estou a sonhar demais? Umas vezes sinto que sim porque, novamente, continuo sem deter uma bola de cristal e não faço puto de ideia do que se passa na cabeça dele nem sei sequer se aquilo que eu sinto é amor ou só mesmo conforto, paz e amor? Damn it. I just said it right? Amor.
Enfim, devo levar as coisas com calma e tranquilidade mas a verdade é que odeio estar longe dele, odeio chegar a casa e não o ver, odeio não dormir com ele, odeio ter saudades dele, odeio tudo quando não estou com ele. Será que isso já faz de mim dependente? Bem, não sei, continuo a fazer as minhas coisas só quero é que ele faça parte delas.
Juro que nunca pensei que este dia chegasse, acreditei mesmo que ia morrer rodeada de 50 gatos (o que ainda não está fora da equação porque, then again, nunca se sabe o que poderá acontecer amanhã não é?). Mas, só o facto de agora não equacionar esse desfecho e de acreditar que posso ser feliz com alguém ao meu lado parece-me absolutamente surreal.
Enfim, Fuck me. I'm in love. Surpreendentemente in love.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Faltam 55 dias.... but who's counting right?!
God...! Dava tudo para comer um bollycao... Vá, tudo não mas meia unha dava de certeza...
Um dos meus chefes (aquele que eu odeio) sugeriu que eu comprasse nutela e barrasse num croissant... O meu ar deve ter respondido que isso não é o mesmo que um bollycao. Ah! e claro o facto de eu ter dito "Não é a mesma coisa!" também deve ter ajudado.
Fuckface. Nutela... really?!
Um dos meus chefes (aquele que eu odeio) sugeriu que eu comprasse nutela e barrasse num croissant... O meu ar deve ter respondido que isso não é o mesmo que um bollycao. Ah! e claro o facto de eu ter dito "Não é a mesma coisa!" também deve ter ajudado.
Fuckface. Nutela... really?!
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Drama parte 3462387538754873
O A. continua a dar o ar da sua graça. Agora estou mesmo no ponto de conto que me apaixonei por alguém ou não? Desfaço-lhe o coração em mil pedaços ou não? Sou sincera ou não?
Não acho que tenha posto o A. na prateleira, acho que é uma opção dele ele continuar atrás de mim... Mas, será que não dizer faz de mim má pessoa? Ou não?
Damn. A vida podia ser tão mais fácil... Contudo, cada vez mais acredito que a postura correcta passa por lhe contar que já segui a minha rota. Claramente que ter-me afastado 10mil km não chegou...
Enfim, vou ter de fazer algo em breve... Ou não... Posso ser pussy... posso não posso?
Não acho que tenha posto o A. na prateleira, acho que é uma opção dele ele continuar atrás de mim... Mas, será que não dizer faz de mim má pessoa? Ou não?
Damn. A vida podia ser tão mais fácil... Contudo, cada vez mais acredito que a postura correcta passa por lhe contar que já segui a minha rota. Claramente que ter-me afastado 10mil km não chegou...
Enfim, vou ter de fazer algo em breve... Ou não... Posso ser pussy... posso não posso?
O assalto.
No outro dia fui ao Polana Shopping e vi um bollycao. Aiiii as saudades que eu tenho de comer um bollycao.
Fiz uma festa imensa até reparar que estavam a pedir 5€ por um bollycao. Nesse momento senti-me chulada, roubada, intrujada... tudo e tudo e tudo!!
Jamais darei 5€ por um bollycao! UM BOLLYCAO = 5EUROS!
Claro que volvidas 3 semanas continuo a pensar na puta do bollycao. Mas vou manter a minha posição. Afinal já só faltam 2 meses para estar em Portugal e comer os bollycaos que eu quiser a 70 cêntimos cada... Sim, fui ver o preço ao site do Continente.
CHULOS!
Fiz uma festa imensa até reparar que estavam a pedir 5€ por um bollycao. Nesse momento senti-me chulada, roubada, intrujada... tudo e tudo e tudo!!
Jamais darei 5€ por um bollycao! UM BOLLYCAO = 5EUROS!
Claro que volvidas 3 semanas continuo a pensar na puta do bollycao. Mas vou manter a minha posição. Afinal já só faltam 2 meses para estar em Portugal e comer os bollycaos que eu quiser a 70 cêntimos cada... Sim, fui ver o preço ao site do Continente.
CHULOS!
Update
Já não escrevo aqui há algum tempo. Não porque não tenho tempo mas porque não tenho tido vontade de partilhar. Sinto-me ligeiramente sufocada nesta cidade. Parece que por mais que não partilhe as pessoas acabam sempre por saber a minha vida, o que faço, o que como, onde vou, com quem estou. TUDO. E isso acaba por me tirar a vontade de vir aqui e partilhar... É estranho, mas é o que sinto.
Relativamente ao J., finalmente acertámo-nos. Somos um casal, feliz e contente. NOT. Temos os dramas normais de um casal. Aliás, tenho em dias em que não compreendo o porquê de ter um significant other quando na realidade me frita o cérebro. Não porque não estamos juntos ou porque não sei o que quer mas porque simplesmente a comunicação é um desafio...
Damn. Já não me lembrava o quanto custa estar numa relação, o trabalho que dá, as horas que são precisas para que as coisas resultem, o cuidado com as palavras. Meu Deus! Mas pronto, podia ser pior... Podia fritar porque ele não quer saber de mim e, efectivamente, é exactamente o oposto. Frito porque ele quer saber de mim.
E estarmos satisfeitos com o que temos? Hum? Difícil. Muuuuuuito difícil.
De resto, está tudo na mesma. O trabalho está a correr bem, Maputo está a começa a ocupar um lugar de relevância no meu coração e Portugal já me começa a fazer uma falta brutal. BRUTAL.
Relativamente ao J., finalmente acertámo-nos. Somos um casal, feliz e contente. NOT. Temos os dramas normais de um casal. Aliás, tenho em dias em que não compreendo o porquê de ter um significant other quando na realidade me frita o cérebro. Não porque não estamos juntos ou porque não sei o que quer mas porque simplesmente a comunicação é um desafio...
Damn. Já não me lembrava o quanto custa estar numa relação, o trabalho que dá, as horas que são precisas para que as coisas resultem, o cuidado com as palavras. Meu Deus! Mas pronto, podia ser pior... Podia fritar porque ele não quer saber de mim e, efectivamente, é exactamente o oposto. Frito porque ele quer saber de mim.
E estarmos satisfeitos com o que temos? Hum? Difícil. Muuuuuuito difícil.
De resto, está tudo na mesma. O trabalho está a correr bem, Maputo está a começa a ocupar um lugar de relevância no meu coração e Portugal já me começa a fazer uma falta brutal. BRUTAL.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Decidi acolher a depressão..!
Acabei de me lembrar que, pela primeira vez desde os meus 16 anos, o A. não vai estar comigo no meu aniversário. O A. não me vai dar o meu donut com a minha vela da barbie. O não vai estar comigo.
Estou mesmo numa espiral negativa em que tudo me deprime... Tudo.
Estou mesmo numa espiral negativa em que tudo me deprime... Tudo.
domingo, 11 de agosto de 2013
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